Metodologias e Tecnologias por Justiça Socioambiental e Climática
A partir dos princípios da educação popular, vamos conhecer experiências de processos participativos e inclusivos vivenciados no Sul Global no desenvolvimento de metodologias e tecnologias de monitoramento, incidência de políticas públicas e tecnologias emergentes. Refletiremos sobre como o financiamento climático descentralizado na base, associado a este engajamento popular, tem impulsionado as comunidades e as pessoas na construção de alternativas de adaptação e mitigação para enfrentar os desafios climáticos locais e globais e fortalecer a autonomia territorial e equidade.
Departamento de Educação Ambiental e Cidadania – Ministério do Meio Ambiente
Facundo Ibarlucia
Red Comunidades Rurales
Lyra Mae Puno
Pastor Rice Fund
Horário
14:00
-
15:30
Construindo uma Transição Ecológica Justa:
Financiamento de Iniciativas de Agroecologia Lideradas por Trabalhadores e Comunidades Locais
O objetivo deste evento é destacar como o uso da terra conduzido de forma popular e comunitária — ancorado em práticas de agroecologia e agrofloresta — pode proteger biomas, garantir soberania alimentar e gerar meios de vida dignos. O evento também buscará explorar como essas soluções podem ser fortalecidas por meio de um ecossistema de organizações filantrópicas enraizadas em contextos nacionais e profundamente conectadas a atores estratégicos no campo, especialmente em nível comunitário.
GPAE (Grupo de Promoción de la Agricultura Ecológica)/Fondo Tierra Viva
Valmir Macedo
Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica (CAV)
Joan Jamisolamin
Samdhana Institute
Aline Souza Nascimento
Fundo Dema
Terena Peres de Castro
Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN)
Jaqueline dos Santos
Cúpula dos Povos
Horário
16:00
-
17:30
Financiamento Feminista para Justiça Climática, Econômica e Resiliência:
Abordagens Bem-Sucedidas a partir da Base
Tierra Viva, Fundo Agbara, Instituto Baixada Maranhense e GAGGA irão explorar abordagens bem-sucedidas de financiamento para iniciativas locais de justiça climática e econômica feminista. Quais estratégias têm se mostrado eficazes, por que funcionam e como os financiadores podem fortalecer e ampliar esses modelos de base? A conversa será ancorada nas experiências de vozes locais do Brasil, África do Sul, Filipinas e Honduras.